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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

20 DE NOVEMBRO - DIA MUNDIAL DA CRIANÇA







O Dia Mundial da Criança, oficialmente, é 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança.






CRIANÇA, HOJE É O TEU DIA: APROVEITA, SORRI, VIVE, SÊ FELIZ...TU ÉS O MAIOR TESOURO DA HUMANIDADE ^^)
















Dia Internacional da Criança ...Sorri ^^)







CLUBE DOS LEITORES VIVOS (NOVEMBRO 2009)


O Clube dos Leitores Vivos é um encontro de fãs da leitura que se realiza uma vez por semana, na nossa Biblioteca, todas as quintas-feiras, pelas 13:15 ate às 14:00.
Nesses encontros fazemos várias actividades relacionadas com os livros que a professora sugere ou que os alunos partilham com os colegas. No ano passado, entre variadíssimas actividades, levámos à cena o livro Os herdeiros da lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez, durante a Semana da Leitura; dinamizámos encontros com os pais, escrevemos histórias, fizemos récitas, etc… Mas, sobretudo, aprendemos a amar ainda mais a leitura!
Se quiseres participar no clube só precisas de te juntares a nós ou de falar com a professora Rogélia Proença, na Biblioteca da escola. Este ano, já estamos a preparar outras aventuras nas asas dos livros e pensamos levar à cena a peça: Leandro, o rei da Heliria, um texto muito bonito sobre o Sonho, o que é verdadeiramente essencial na Vida, entre outras coisas. ^^)
Para além disso, vamos fazer outras actividades à volta do livro, como por exemplo, um programa de televisão, comemorações de efemérides, e muitas outras surpresas!

Na verdade, aprendemos que o livro pode ser como um tapete mágico!



Juliana e Mariana (7ºB)

Discursos...




DISCURSOS... AULA DE LÍNGUA PORTUGUESA (7ºC...)

Rodeio de sinónimos as palavras com as quais os meus alunos construirão a teia intrincada das paredes dos seus discursos e com eles construirão o seu caminho e o seu futuro...

Palavras como "pagodes", "inconsolável", "desgosto", "relapso", "véstia", "arremedavam", "sezões", "enlutavam", "gazeta", "purpureados", "júbilo","hirsuto" e tantas mais...

Palavras de um "antes" distante e que lhes é desconhecido, um antes cuidado e literário, bem arredado do seu dia-a-dia oral, banal, precipitado e pouco ponderado...

Parece que de uma outra língua se trata. Uma outra forma distante e desconhecida se revela e a Língua de Fialho de Almeida a arcaísmo se vota. Pudera EU inverter este caminho...

Longe ficavam as nuances de significados de um tão grande leque de hipóteses linguísticas de expressão e gradações cromáticas de emoções, estados de espírito e classificações lexicais para distintas e tão ténues realidades.

Apostar na sinonímia. No enriquecimento lexical e no treino vocabular. Eis como dotamos os falantes das ferramentas essenciais ao seu dizer, ao seu sentir e Existir na intrincada teia do EGO/HIC/NUNC. Agora. No presente!

Palavras Andarilhas sempre...


Rogélia Proença

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ilustrações da peça "D.Quixote"- Festival de Teatro da Covilhã










Ilustrações das composições dos alunos João Vaz e Maria Filomena Rodrigues sobre a peça D.Quixote (Ida ao Teatro das Beiras)

FOTOS DA IDA AO FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ (PEÇA D.QUIXOTE)











A Ida ao Teatro -
Festival de Teatro da Covilhã (Nov.09)

No dia 11 de Novembro, as turmas de 5º ano e 6º D foram assistir a uma peça de teatro no Teatro das Beiras, intitulada D.Quixote, inspirada na mesma obra de Miguel Cervantes e fomos aí recebidos pela nossa professora de Língua Portuguesa e pelos funcionários do teatro. D.Quixote de la Mancha era a personagem principal e, na minha opinião, foi belíssimamente interpretada por Adriano Bailadeira, o actor.

Foi uma peça divertida e que nos ensinou a nunca desistir dos nossos sonhos ou quimeras e sermos sempre firmes. A peça contava a história da um nobre cavaleiro que, com o seu cavalo Rocinante, a sua inseparável espada, adereço imprescindível, e Sancho Pança, seu escudeiro, combateram pelo Bem, mesmo que pelo caminho, nessa ilusão, também fizessem algumas asneiras. Grande obra essa do escritor espanhol Miguel Cervantes!

Uma das partes que mais me marcou foi o seu acto nobre para com este seu amigo que resolveu ajudar, nomeando-o seu escudeiro e que levou em busca de uma ilha. Contudo, ao longo do percurso tiveram algumas emboscadas...Por exemplo, aquela em que tiveram de enfrentar ogres que, na verdade, eram moinhos, ou outra ainda em que se defrontaram com "fantasmas" e que eram os ogres que eles tinham atacado por engano. Foi hilariante, entre risos de alegria e gritos de susto, a plateia divertiu-se a valer!
Outra parte muito engraçada foi aquela em que o taberneiro e suas filhas o nomearam "Cavaleiro da Triste Figura", por acharem ridículas as suas ilusões e pretensões. Outro momento de riso foi aquele em que as filhas do estalajadeiro davam ao cavaleiro a sopa à boca e depois chegou o seu pai (que fazia um som bizarro) e elas, de imediato, começavam a trabalhar. Ou, então, quando os frades aparecem e D.Quixote os obriga a despirem-se, fazendo-os correr assustadoramente, achando que são ladrões que pretendem fazer mal à donzela que acompanhava, ou ainda quando esta, então, começa a dar pontapés a D.Quixote...!

Foi uma peça que nos ensinou ainda que a tal ilha desejada, podemos já tê-la encontrado, pois, por vezes...só temos que saber reconhecê-la. "Não há melhor andar do que em casa estar", parece-nos ouvir os nossos avós... Também a dama sonhada Dona Dulcineia poderá ser, para Sancho Pança, a sua Joana, a mulher que o espera em casa. E, assim, tendo reconhecido isto e conhecidos pelos seus feitos heróicos, regressam ambos felizes a casa, aclamados por todos.

Foi um dia muito divertido e cheio de alegria para nós que tivemos a oportunidade de ouro de ver uma peça extraordinária, com actores excelentes. Estes fizeram-nos viver bons momentos, tal qual como se estivessemos naquele tempo/ local onde se passara esta bela história que nos fez voar. Adorei esta peça: aprendi, diverti-me e relaxei.
É muito bom ir ao teatro!

Pedro Bártolo, 5ºC (texto melhorado)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Filmes e diários


DIÁRIOS: «VERBA VOLENT, SCRIPTA MANENT» (provérbio latino: as palavras voam e os escritos permanencem...)

Rasgos do tempo, em espaço aberto que voltam para nos trazer um vento fresco e perfumado de flashes de vivências doces e prazenteiras...o elo de ligação entre um tempo e o outro, tão singelamente num papel. O fio dA memória se desfiando pela escrita! Que coisa assombrosa a palavra!
Verbum. Verba. Que pequenos deuses todos somos por registarmos vivências, sentires, episódios, sentimentos e, assim, nos eternizarmos no futuro.
Há que disso ter consciência.
Pois ler um nosso diário de infância é quase como, atónitos, nos reconhecermos em "outros" que fomos, como personagens que vivem dentro e fora de nós em simultâneo. Reestruturando-nos, reerguendo-nos, reflectindo-nos quem fomos, quem somos, quem queremos ser. Mostrando-nos o caminho, que a caneta (ou o teclado), quase instintivamente, vai desenhando na folha branca de papel (ou no vazio do ecrã).
Eis o milagre assombroso da escrita. registem o que sentem, como sentem, porque o sentem. Quem são e o que vivem: eis o melhor legado para os que hão-de vir...
Como Anne Frank, Joana, Adrian Mole, Danny, e tantos tantos outros...
E, quem sabe, não se rirão, no futuro, ou aprenderão com a vossa história de vida, os vossos próprios filhos...tal como em The curious case of Benjamin Button, um filme a não perder, onde um diário assume um papel fundamental, no desenrolar da história.

Pela escrita, somos.

Mãos à obra:

*TPC, pois-» CRIAR UM DIÁRIO E COMEÇAR HOJE JÁ!!

Rogélia Maria Proença